Braço com um curativo escrito Paixão por Viver

Perguntas Frequentes (FAQ)

Tire suas dúvidas sobre vacinas, prevenção e condições de saúde

  • Existe um calendário específico para cada faixa etária?

    Sim, existem recomendações específicas de vacinação para cada faixa etária. Para saber quais vacinas são indicadas para a sua idade, você pode consultar o calendário de vacinação do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Imunizações. Manter-se atualizado com as vacinas recomendadas contribui com a proteção de sua saúde.1,2

  • Por que preciso me vacinar na fase adulta?

    Com o passar do tempo, nosso sistema imunológico sofre alterações naturais, ficando menos eficiente para combater infecções.3 Além disso, algumas doenças, como herpes zoster, meningite e infecções pelo vírus sincicial respiratório (VSR), podem ocorrer ou se tornar mais graves na vida adulta e na maturidade.4-6 A vacinação nessa fase ajuda a manter a proteção, reduzir complicações e preservar a qualidade de vida.7,8

  • Por que devo me vacinar?

    Vacinar-se é uma forma segura e eficaz de prevenir doenças que podem causar dor, hospitalizações e até risco de morte.4-6 Além de proteger você, a vacinação contribui para reduzir a circulação dos vírus e bactérias, ajudando a proteger quem está ao seu redor, especialmente pessoas mais vulneráveis.2,9

  • A imunidade proporcionada pelas vacinas é melhor do que a oferecida pelas infecções naturais?

    Sim. As vacinas estimulam o sistema imunológico de forma controlada e segura, sem causar os danos que uma infecção natural pode trazer.9 Doenças como herpes zoster ou meningite podem gerar complicações graves e sequelas, enquanto a vacinação reduz esses riscos.1,6

  • Se eu já tomei uma vacina na juventude, preciso tomar de novo?

    Em muitos casos, sim. A proteção de algumas vacinas diminui com o tempo, e novas recomendações podem surgir para reforço ou atualização.2,10 Por isso, é importante acompanhar o calendário vacinal do adulto e conversar com um profissional de saúde para saber quais doses são indicadas para sua idade e condição de saúde.

  • O que é herpes-zóster?

    O herpes-zóster é uma doença causada pela reativação do vírus varicela-zoster, o mesmo que provoca a catapora, que pode permanecer adormecido no organismo após a resolução do quadro da doença geralmente na infância. Essa manifestação, em geral, provoca pequenas bolhas no trajeto do nervo afetado que pode causar dores intensas, sensação de formigamento e agulhadas.11

  • O que causa herpes zoster?

    A causa do herpes zoster é a reativação do vírus varicela-zoster. Isso pode ocorrer quando há queda da imunidade, como no processo natural de envelhecimento (imunossenescência) ou em situações de imunossupressão, como uso de certos medicamentos, tratamentos oncológicos ou doenças crônicas.11,13

  • Como é a transmissão do herpes-zóster?

    A manifestação do herpes-zóster não se trata de uma nova infecção, mas sim uma reativação do vírus já presente no organismo. Indivíduos que não tiveram contato com o vírus varicela zoster inicialmente, ao ter contato com as lesões do herpes-zóster, podem manifestar a catapora e posteriormente reativar a atividade viral e desenvolver o herpes zoster.11

  • Como aliviar a dor do herpes zoster?

    A dor causada pelo herpes zoster pode ser intensa e persistente. O tratamento com medicamentos antivirais ajuda a reduzir a duração e a intensidade dos sintomas. Além disso, pode ser recomendado o uso de analgésicos.11,13 É fundamental procurar um médico para avaliação e indicação do tratamento mais adequado, evitando a automedicação.

  • Como tratar herpes zoster?

    O tratamento do herpes zoster é feito com medicamentos antivirais, que devem ser iniciados o quanto antes após o aparecimento dos sintomas.11,13

  • Existe prevenção? Se sim, como é feita?

    Existe tratamento e prevenção para o herpes-zóster. 11,14,15 Para mais informações sobre a doença, tratamento e prevenção, fale hoje mesmo com com seu médico sobre herpes-zóster.

  • Quais são os sintomas?

    Os sintomas podem incluir ardor, coceiras, lesões na pele, dor intensa, e também sensações como formigamento, agulhadas e adormecimento no local de surgimento das vesículas.13

  • Como aliviar a dor do herpes-zóster? Como é o tratamento da doença?

    A dor causada pelo herpes zoster pode ser intensa e persistente. O tratamento com medicamentos antivirais ajuda a reduzir a duração e a intensidade dos sintomas. Além disso, pode ser recomendado o uso de analgésicos.11,13 É fundamental procurar um médico para avaliação e indicação do tratamento mais adequado, evitando a automedicação.

  • Como é feito o diagnóstico? Qual o nome do exame para diagnosticar o herpes-zóster?

    O diagnóstico é predominantemente clínico.11 Procure seu médico para saber mais sobre o diagnóstico, tratamento e prevenção do herpes-zóster.

  • Qual profissional deve ser procurado?

    Se você apresentar sintomas característicos da doença, procure um profissional de saúde.

    Geralmente, os médicos mais procurados diante da suspeita de herpes-zóster são clínicos gerais, infectologistas, dermatologistas, neurologista, cardiologistas, endocrinologistas e nefrologistas.

  • Qual a faixa etária mais afetada?

    Qualquer indivíduo que teve contato com o vírus varicela zoster (catapora) pode manifestar o herpes-zóster.13

    O risco de desenvolver o herpes-zóster aumenta com a idade, especialmente a partir dos 50 anos, e em situações que enfraquecem o sistema imunológico como tratamentos, doenças imunossupresora e/ou doenças crônicas, como diabetes, doenças cardiovasculares e renais.11,12

  • Tem cura? Pode ter recorrência?

    O quadro agudo do herpes-zóster geralmente tem cura em até 4 semanas e existe a chance de recorrência da doença. É importante ressaltar que algumas complicações decorrentes da doença podem permanecer, como a neuralgia pós herpética, uma dor no trajeto do nervo afetado 11 que pode durar de meses até anos.11,16

  • Doenças cardiovasculares aumentam o risco de herpes zóster?

    Sim. Pessoas com doenças cardiovasculares como hipertensão (pressão alta), insuficiência cardíaca, arritmias, dentre outras têm mais risco de manifestar herpes-zóster.12 Por isso, é importante manter o acompanhamento de saúde em dia e conversar com um profissional sobre prevenção contra o herpes-zóster e cuidados adequados.14,15

  • O diabetes aumenta o risco de herpes zóster?

    Sim. Pessoas que vivem com diabetes têm maior risco de manifestar o herpes-zóster.12 Fale hoje mesmo com seu médico sobre prevenção contra o herpes-zóster.14,15

  • A doença renal crônica. aumenta o risco de herpes-zóster?

    Sim. Pessoas que vivem com doença renal crônica têm mais risco de herpes-zóster.12 Por isso, o acompanhamento médico regular é essencial para avaliar os cuidados mais adequados para cada pessoa.

  • O herpes-zóster aumenta o risco de infarto e AVC?

    Sim. O herpes-zóster está associado a um risco aumentado de infarto e AVC. 17,18

  • O herpes-zóster impacta no manejo do diabetes?

    Sim. O herpes-zóster impacta no controle da glicemia.19

  • O que é vírus sincicial respiratório (VSR)?

    O VSR é um vírus respiratório altamente contagioso que afeta principalmente os pulmões e as vias aéreas. Ele é uma das principais causas de bronquiolite em bebês e pode provocar complicações graves em adultos mais velhos ou com doenças crônicas.20

  • Como o vírus VSR é transmitido?

    A transmissão ocorre pelo contato com gotículas respiratórias expelidas ao falar, tossir ou espirrar. Também pode acontecer por superfícies contaminadas, como mãos, objetos ou maçanetas. A fase de contágio costuma durar de 3 a 8 dias, mas pode se estender por até 4 semanas em pessoas com imunidade comprometida.21,22

  • Como prevenir a infecção do VSR?

    A prevenção inclui higienizar as mãos com frequência, evitar aglomerações e manter ambientes ventilados, especialmente durante o outono e inverno, quando os surtos são mais comuns.22,23 Também é importante proteger os grupos vulneráveis, como crianças pequenas e adultos mais velhos, do contato com pessoas infectadas.21,24,25

  • Como tratar o vírus sincicial respiratório?

    O tratamento é, na maioria dos casos, de suporte. Ou seja, focado no alívio dos sintomas, como febre e congestão nasal.26 Casos mais graves podem exigir internação hospitalar, especialmente em adultos mais velhos com dificuldades respiratórias.20,27

  • Como é feito o diagnóstico do VSR?

    O VSR costuma ser subdiagnosticado, pois seus sintomas se confundem com os de um resfriado comum, dificultando a confirmação laboratorial da causa das infecções respiratórias graves.28 O diagnóstico é clínico, mas a identificação e confirmação do VSR é feita por exames laboratoriais, entre os quais testes rápidos e ensaios moleculares (como PCR-RT) que detectam o antígeno viral.29 Consulte seu médico.

  • Quais são os riscos do VSR para idosos?

    Em pessoas mais velhas, o VSR pode causar quadros graves como pneumonia, agravamento de DPOC, insuficiência cardíaca e perda de autonomia funcional.20,27,30 Mesmo após a recuperação, muitos adultos mais velhos enfrentam dificuldades para realizar atividades simples e podem necessitar de cuidados prolongados.31

  • O que é meningite?

    Meningite é uma inflamação das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Essa inflamação pode ser causada por diferentes agentes, como vírus, bactérias ou fungos, e pode evoluir rapidamente, exigindo atenção médica imediata.32,33

  • O que causa meningite?

    A meningite pode ser causada por infecções virais, bacterianas ou fúngicas. Entre as formas mais frequentes está a meningite meningocócica, de origem bacteriana, causada pelo meningococo Neisseria meningitidis.32,33

  • O que é meningite bacteriana?

    É uma forma grave da doença causada por bactérias, como o meningococo. Seu tratamento exige o uso de antibióticos intravenosos e internação hospitalar. Quando não tratada rapidamente, pode causar sequelas neurológicas permanentes ou levar à morte.32,33

  • Como se pega meningite?

    A meningite meningocócica é transmitida pelo contato direto com secreções da boca e do nariz – como em beijos, espirros, tosses ou até no compartilhamento de objetos como copos e talheres. Pessoas sem sintomas também podem transmitir a bactéria.32,33

  • O que a meningite causa?

    Os sintomas incluem febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômito e confusão mental.32

Referências

  1. MINISTÉRIO DA SAÚDE (BR). Calendário Técnico Nacional de Vacinação do Adulto. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/vacinacao/calendario-tecnico/calendario-tecnico-nacional-de-vacinacao-do-adulto/view. Acesso em: 17 dez. 2025.
  2. SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES (SBIM). Calendário Vacinal SBIm 2025/2026. Do nascimento à terceira idade. Disponível em: https://sbim.org.br/calendario-de-vacinacao/calend%C3%A1rio-unico-do-nascimento-a-terceira-idade. Acesso em: 17 dez. 2025.
  3. Macena WG. Revista Mosaicum. Physiological changes arising from aging. 2018;1-14.
  4. MINISTÉRIO DA SAÚDE (BR). Herpes (Cobreiro). Brasília: MS; 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/herpes. Acesso em: 06 maio 2025.
  5. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Newsroom. Factsheets. Detail. Meningitis. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/meningitis. Acesso em: 10 dez. 2025.
  6. SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES (SBIm). Vírus Sincicial Respiratório: perguntas e respostas. São Paulo: SBIm; 2024. Disponível em: https://familia.sbim.org.br/doencas/virus-sincicial-respiratorio-vsr. Acesso em: 17 dez. 2025.
  7. SECRETARIA DA SAÚDE DO CEARÁ (SESA). Vacinação fortalece sistema imunológico de pacientes com comorbidade e reduz o risco de complicações. Disponível em: https://www.saude.ce.gov.br/2023/07/28/vacinacao-fortalece-sistema-imunologico-de-pacientes-com-comorbidade/. Acesso em: 17 dez. 2025.
  8. SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES (SBIM); SOCIEDADE BRASILEIRA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA (SBGG). Guia de Vacinação Geriatria SBIm-SBGG 2022/2023. Disponível em: https://sbim.org.br/images/guias/guia-geriatria-sbim-sbgg-4a-ed-2022-2023-220828b-web.pdf. Acesso em: 17 dez. 2025.
  9. MINISTÉRIO DA SAÚDE (BR). Programa Nacional de Imunizações (PNI): vacinas oferecidas. Brasília: MS; 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/vacinacao. Acesso em: 17 dez. 2025.
  10. Portal do Butantan. Algumas vacinas são dadas apenas na infância, adolescência, fase adulta ou idosa. Disponível em: https://butantan.gov.br/covid/butantan-tira-duvida/tira-duvida-noticias/entenda-por-que-algumas-vacinas-sao-dadas-apenas-na-infancia-adolescencia-fase-adulta-ou-idosa. Acesso em: 17 dez. 2025.
  11. CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Prevention of herpes zoster: recommendations of the Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP). MMWR, 57 (RR-5): 1-30, 2008..
  12. MARRA, F. et al. Risk factors for herpes zoster infection: a meta-analysis. Open Forum Infectious Diseases. 2020;7(1):ofaa005.
  13. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Herpes (Cobreiro). Disponível:<https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/herpes-cobreiro-1>. Acesso 2 de abril de 2026.
  14. SOCIEDADE BRASILEIRA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA. Geriatria: guia de vacinação. Disponível em: https://sbim.org.br/images/guias/guia-geriatria-sbim-sbgg-4a-ed-2022-2023-220828b-web.pdf. Acesso em: 19 de maio de 2026.
  15. SBIM. Calendário de vacinação SBIM adulto. Disponível em: https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-adulto.pdf. Acesso em 28 abr de 2026.
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