Herpes-zóster
Não espere acontecer com você para agir.
O vírus da catapora pode adormecer, mas não desaparece1
Entenda melhor!
Não espere acontecer com você para agir.
O vírus da catapora pode adormecer, mas não desaparece1
Entenda melhor!
Herpes zoster
Você pode até não reconhecer o nome herpes-zóster de imediato, mas provavelmente já ouviu falar no “cobreiro”, uma condição que provoca dor intensa e bolhas na pele, geralmente em pessoas acima dos 50 anos. O que pouca gente sabe é que essa doença é causada pela reativação do vírus da catapora, que pode ficar “adormecido” no corpo por décadas. É aí que entra a importância da vacinação.1,2
O herpes-zóster, conhecido popularmente como cobreiro, é uma doença causada pela reativação do vírus varicela-zoster, o mesmo que provoca a catapora.1 Após um episódio de catapora, geralmente na infância, esse vírus permanece adormecido no organismo por anos, escondido em terminações nervosas.1
Com o avanço da idade, especialmente após os 50 anos, o sistema imunológico começa a perder parte da sua eficiência natural.1 Isso pode facilitar a reativação do vírus, que volta a se manifestar como uma erupção de bolhas dolorosas, geralmente em apenas um lado do corpo.1,2
Pessoas com doenças cardiovasculares, que vivem com diabetes ou doença renal crônica têm mais risco de manifestar o herpes-zóster.11
Mais de 90% dos adultos brasileiros podem estar com o vírus causador do herpes-zóster.14
O herpes-zóster começa geralmente de forma sutil, com formigamento, sensibilidade ou dor localizada na pele, onde as lesões irão surgir.1,2 Em alguns casos, pode haver febre e mal-estar. Depois disso, aparecem vermelhidões, seguidas de bolhas com líquido (vesículas) que se agrupam em faixas, normalmente em apenas um lado do corpo.1,2 Essas lesões podem provocar dores intensas, fisgadas ou uma sensação de choque elétrico.1,3
As áreas mais afetadas costumam ser o tórax e o abdômen, mas o vírus pode se manifestar também no rosto ou em outras partes do corpo.1,2 Em média, as erupções desaparecem em até 4 semanas, mas a dor pode persistir por anos, principalmente em pessoas mais velhas. Isso ocorre por conta da neuralgia pós-herpética (NPH), uma complicação comum que pode comprometer o bem-estar.2,4
Por isso, é importante ficar atento aos primeiros sinais e procurar orientação médica ao menor sintoma.
Além da dor intensa, o herpes-zóster está associado a um risco aumentado de infarto e AVC.5,6,12 E pode levar a complicações sérias e duradouras, sendo a neuralgia pós-herpética a mais comum. Ela afeta até 30% dos pacientes e pode resultar em dor persistente por anos.1,4
Outras complicações incluem:
Essas complicações não representam todos os possíveis riscos do herpes-zóster. Para mais informações, consulte um profissional de saúde, que pode ser um dermatologista, um neurologista caso apresente complicações neurológicas, como a neuralgia pós-herpética, ou se houver uma suspeita de complicações sistêmicas consulte um profissional de saúde, que pode ser cardiologista, endocrinologista, nefrologista ou dermatologista. Em caso de complicações neurológicas, como a neuralgia pós-herpética, procure um neurologista. Se houver suspeita de complicações sistêmicas, a avaliação pode ser feita por um clínico geral ou infectologista.
Pessoas com doenças crônicas, com doenças cardiovasculares, que vivem com diabetes ou com doença renal crônica e que afetam o sistema imunológico – que também aumentam o risco para outras infecções, como o vírus sincicial respiratório (VSR) – têm maior risco de desenvolver herpes-zóster. Além da dor intensa, estudos apontam que o vírus pode estar associado a eventos cardiovasculares, como infarto e AVC, especialmente em pacientes mais vulneráveis.1,2,5,7 É importante manter essas condições sob controle e conversar com um médico sobre a prevenção contra o herpes-zóster.9,15
Pessoas com doenças cardiovasculares têm maior risco de desenvolver herpes-zóster.11 Além da dor intensa, o herpes-zóster está associado a um risco maior de eventos cardiovasculares, como infarto e AVC.5,6,12 Por isso, quem já convive com alguma condição cardíaca deve ter atenção redobrada e conversar com um médico sobre formas de prevenção contra o herpes-zóster.
O diabetes aumenta o risco de herpes-zóster.¹¹ E, quando o herpes-zóster aparece, pode impactar o manejo da glicemia.13 É importante manter o acompanhamento médico em dia e buscar orientação sobre prevenção contra o herpes-zoster.9,15
Pessoas com doença renal crônica têm maior risco de desenvolver herpes-zóster.¹¹ Além disso, as complicações do herpes-zóster podem ter um impacto negativo na qualidade de vida desses pacientes.16 Vale conversar com um médico sobre prevenção contra o herpes-zóster9,15 como parte do cuidado contínuo com a saúde.
Prevenir o herpes-zóster vai muito além de evitar as bolhas e a dor intensa associadas à doença, trata-se de preservar a qualidade de vida a longo prazo. Afinal, o vírus que causa o cobreiro pode permanecer silencioso por décadas dentro do corpo, aguardando apenas uma queda na imunidade para se reativar. E quando isso acontece, as consequências podem ser severas, especialmente com o avanço da idade.1,2,6
A prevenção é um investimento no bem-estar do presente e do futuro.8
A prevenção começa com informação e continua com a decisão de se proteger. A proteção é importante porque, com o avanço da idade, o sistema imunológico pode enfraquecer, aumentando as chances de reativação do vírus e das complicações associadas, como a dor crônica.1,4,5
O tratamento para o herpes-zóster pode ser feito com medicamentos antivirais.1,2 Embora não haja cura, o tratamento adequado pode aliviar os sintomas.1,2
É importante lembrar que, além do tratamento, a vacinação é uma medida preventiva essencial para reduzir o risco de desenvolver a doença, especialmente em pessoas a partir dos 50 anos.1,9,10 Mesmo jovens imunossuprimidos podem ser afetados, por isso a conscientização sobre prevenção é fundamental.1,9,10
Assim como o herpes-zóster, o VSR afeta mais pacientes vulneráveis, como adultos com mais de 50 anos e pessoas com doenças crônicas, além de poder causar complicações sérias, impactar na qualidade de vida e ser prevenível.1,4,7
AVC: acidente vascular cerebral; Vírus sincicial respiratório (VSR)